Objeto interativo (em desenvolvimento)
A partir da rede de objetos, constituída pelo próprio objeto que representa cada um e ligação com dois outros objetos dos colegas, foi proposta a construção de um objeto interativo programático, seguindo o contexto da obra "Nosso Programa" de Villém Flusser. A primeira ideia que tive foi a materialização da união de todos os objetos - que eram pendrive (meu), associado ao sketchbook e ao cubo mágico. Na primeira rodada de apresentação dos objetos interativos, levei um cubo de isopor branco ainda precário, onde, posteriormente, haveriam entradas para pendrives que seriam decorados previamente, o objetivo era que ao escolher pendrives aleatoriamente, o usuário mudasse esteticamente o desenho do cubo mágico, o que concluí após a rodada de críticas foi que ao reproduzir literalmente os objetos de uma forma conjunta, houve uma espécie de banalização especialmente pela interpretação tão restrita, constituindo assim um objeto com possibilidades limitadas na qual o interlocutor não tem tanta liberdade de interação.
Após as etapas de crítica e a formação de trios entre os próprios alunos, tornou-se mais clara a proposta e então, fugindo da materialização dos objetos, captei a essência que queria manter: a capacidade de transformação estética conforme a interação do usuário. Partindo deste cenário e para atender aos requisitos decidi, então, abandonar o objeto antigo e utilizar apenas a essência no novo protótipo como foi feito. O novo objeto apresentado se tratava de uma esfera, na qual um elástico de 3 metros foi adicionado a superfície por meio de "túneis" que foram construídos como mostra a imagem abaixo.
A ideia de interação é bastante manual e que, ao movimentar o elástico, deixando-o mais ou menos rente à superfície, involuntariamente exista uma mudança estética do objeto, existindo também inúmeras possibilidades de movimento e combinações diferentes que alterarão visualmente a sua forma.
Dando continuidade ou não a este objeto, foi proposta ainda a confecção de um objeto interativo programático que incluísse eletrônica como forma de amplificar as interações e não como um critério meramente desarticulado ao conceito. Durante discussão feita em grupo a manutenção da ideia inicial foi a opção mais interessante, mas desta vez, ao mudança da forma do objeto será feita pela incorporação de sensores pela superfície da esfera que ativarão luz, vibração, som ou movimento de forma aleatória, provavelmente com a utilização de outros materiais mais resistentes e que ajudem na incorporação dos circuitos.


grupo:
ResponderExcluirEduarda, Gustavo, Isabella, Joyce, Larissa, Vanessa, Sabrina.
Será um objeto programático como recurso, reativo na interface (que é simples), uma vez que consiste em respostas automáticas às ações, e proativo na interação por a existência de diversos elementos que seriam inseridos no interior das esferas centrais desconhecidos por quem interagir com o objeto, ou seja, isso incitará continuidade de uso. Resulta de organização combinatória devido às distintas formas de dispor as peças e não obstaculariza a utilização manual idealizada para o objeto.
Observações:
-manter um número reduzido de esferas para manipulação manual do objeto é ideal;
-substituir os elásticos por fios dinamizaria a interação e contribuiria para ocultar de quem manipular o objeto as reações geradas pelo sistema eletrônico ativado nesse uso.