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Mostrando postagens de março, 2017

Rede de objetos

Meu objeto: pendrive Conexões:  cubo mágico e sketchbook

Crítica a um croqui

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O croqui de Beatriz Werneck apresenta linhas expressivas e é possível notar o cuidado com o traço e o detalhamento do ambiente, os quais facilitam a localização do espaço reproduzido. Os traços feitos pela colega são livres e tornam a visão agradável pelo fato de não haver várias linhas compondo o traçado, promovendo um aspecto bem clean ao croqui. A perspectiva, porém, me confunde, uma vez que ao primeiro contato com o croqui me trouxe um grande questionamento: a perspectiva é interna ou externa? Talvez devido ao enquadramento ou a posição das linhas que não permitiram uma clara visualização de onde estaria o observador.

Croquis de perspectiva da Escola de Arquitetura

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Reformulação do parágrafo feito em aula sobre o texto "Animação Cultural" de Vilém Flusser

Desde os primórdios da humanidade, o ser humano sempre se empenhou no desenvolvimento de aparatos e técnicas que lhe fossem úteis e facilitassem o cotidiano. Os objetos, em primeira análise seriam frutos da criação humana que funcionariam unicamente para servir aos seus criadores. Entretanto, em uma visão mais ampla da realidade, é notório que durante o trajeto o ser humano parece ter se perdido em sua meta inicial. A partir de então, fica evidente um retrocesso de valores, principalmente após a democratização do acesso a objetos tecnológicos/digitais, que promoveram a dependência do criador sob seus objetos, tendo assim uma possível desconstrução da cultura humana viabilizada a partir de uma excessiva materialização. O próprio cientista Albert Einstein propõe tal ideia ao citar que a tecnologia parece ter ultrapassado a nossa humanidade. Por outro lado, é válido ressaltar também que não é correto combater a relação homem-objeto a fim de desconstruir o vínculo de dependência e sim esta...

Diferença entre a arquitetura e a roupa

A arquitetura, definida quanto a sua função de proteção ao ambiente externo e também se tratando da estética, se assemelha a roupa. No entanto, ela cumpre funções mais abrangentes que o simples fato de proteção e manutenção da temperatura corpórea viabilizado pelas vestes. A arquitetura desempenhava, anteriormente à ascensão dos meios de comunicação tecnológica, o papel de desvinculação da natureza e do excesso de informação proveniente desta e, mesmo sendo este cenário não tão coerente com a atual realidade, as vestimentas seriam capazes de promover este fenômeno, assim como a consequência direta do mesmo - a integração social de determinado grupo. A arquitetura, diferentemente do que é disseminado popularmente, não se restringe a abrigar, tampouco à beleza visual proporcionada, suas finalidades são diversas e refletem as necessidades e condições de cada período, fazendo também parte da cultura das respectivas civilizações da história. Portanto, torna-se evidente que, mesmo após as pr...