Objeto interativo (evolução e crítica)
Progresso do objeto
A partir da demanda da eletrônica -a fim de abrir possibilidades- o objeto se manteve e foram produzidos circuitos com sensor LDR e transistor, ambos com o objetivo de promover a ativação de LEDs por meio do toque, logo, o sensor LDR para funcionar neste contexto precisaria ser invertido com o auxílio do arduino. No entanto, a interação do objeto é extremamente não interativa e foge do contexto da programática, uma vez que a interação, ou seja, o toque, ativaria LEDs de circuitos independentes sem que o objeto necessariamente promova a necessidade de interagir. Outro ponto a ser considerado é a limitação da interação apenas entre usuário e objeto, não há indícios na interface que possa ser utilizado por mais de uma pessoa ou promover a interação entre mais de um indivíduo. Ademais, a lógica combinatória faz-se presente pelas possibilidades de acender simultaneamente, ou não, LEDs de cores diferentes e em pontos diferentes, gerando diferente composições, porém as possibilidades são extremamente previsíveis, o que pode não instigar o usuário a permanecer interessado na interação, talvez também pelo fato de a interface ser unicamente reativa.
A partir da demanda da eletrônica -a fim de abrir possibilidades- o objeto se manteve e foram produzidos circuitos com sensor LDR e transistor, ambos com o objetivo de promover a ativação de LEDs por meio do toque, logo, o sensor LDR para funcionar neste contexto precisaria ser invertido com o auxílio do arduino. No entanto, a interação do objeto é extremamente não interativa e foge do contexto da programática, uma vez que a interação, ou seja, o toque, ativaria LEDs de circuitos independentes sem que o objeto necessariamente promova a necessidade de interagir. Outro ponto a ser considerado é a limitação da interação apenas entre usuário e objeto, não há indícios na interface que possa ser utilizado por mais de uma pessoa ou promover a interação entre mais de um indivíduo. Ademais, a lógica combinatória faz-se presente pelas possibilidades de acender simultaneamente, ou não, LEDs de cores diferentes e em pontos diferentes, gerando diferente composições, porém as possibilidades são extremamente previsíveis, o que pode não instigar o usuário a permanecer interessado na interação, talvez também pelo fato de a interface ser unicamente reativa.


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